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#Perfume Sob uma verdadeira personificação o clássico Miss Dior ganha novas notas em comemoração aos

  • 8 de set. de 2017
  • 3 min de leitura

Sugiro que primeiramente voltemos no tempo para refrescarmos a mente com o início de uma das histórias mais célebres que eu já vi. De volta ao tempo, estamos agora em 12 de fevereiro de 1947 contando a história do criativo, pioneiro e estilista Christian Dior, pois prefiro antecipar a história de um terno que por um instante mágico ganhou proporções inigualáveis.

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Tudo começa com uma apresentação de Christian Dior que aos seus 42 anos de idade ainda não tinha desistido de acreditar no seu talento com afinco. Por isso não devemos nos apressar, uma vez que o sucesso é dado no tempo correto e oportuno. Mas voltando, logo em seguida, chega a redatora-chefe do Haper's Bazaar, Carmel Snow, que já havia conhecido seu trabalho em 1937 junto de um inesquecível modelo café anglais, que ele havia desenhado para Robert Piguet. Ao final do desfile, após evidências de numerações justas, volumes, silhuetas e formas perfeitamente pensadas e ainda sob a essência de flores de Lachaume a redatora chegou próximo a Christian e exclamou "Meu querido Christian, seus vestidos tem um ar de new look". A notícia foi pega por mensageiros e de imediato enviada aos Estados Unidos, uma vez que a França passava por uma greve em seus jornais.

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Do talento nato, nasceram peças singulares como o tailleur bar (símbolo ícone do New Look) e para que complementasse o ar de celebração nasce o primeiro perfume miss Dior também no ano de 1947. Eis que surge um novo capítulo escrito literalmente pelas mãos de um dos arquitetos mais criativos da década. Christian Dior dedicou uma essência única a sua primeira fragrância com aroma de musgo, gardênia e patchoulli. Ainda que o momento exalasse estilo através das vestimentas, elegência através das silhuetas não foi o suficiente, pois as mulheres de Dior queriam agora imortalizar além do seu célebre tailleur-bar um novo rastro que exalasse o que vestiam e sentiam no momento em que a sensação Dior tomava conta de todo o corpo.

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Podemos agora desfolhar os 70 anos do clássico perfume Miss Dior através de um makeover ,assinada pela diretora criativa italiana da maison, Maria Grazia Chiuri. Nesse contexto, quem conhece e acompanha a marca sabe que a alegria e o bom astral sempre estiveram presentes nas criações únicas do estilista, não sendo diferente Maria Grazia Chiuri tem estampado um espírito empoderador quanto às mulheres da época atual. As Mulheres de Maria Grazia são revestidas de uma alma mística e de anseios a serem conquistados, sentidos e perpetuados, uma vez que o atual momento da grife é de uma verdadeira girl power em sua ascenção.

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Para a celebração do novo Miss Dior uma única palavra que se exprime sentimentos de infinitas formas e maneiras envolveu todo o contexto, composição e campanhas a serem disseminadas : O AMOR.

Através do amor seria emanado o aroma floral gourmand que se renova para uma verdadeira libertação dos ares de empoderamento feminino. Uma fragrência atual, sob um mix de notas da rosa de maio e rosa damascena, com toque de pimenta rosa que dá mais personalidade ao "perfume que emana amor".

E as campanhas seguem no mundo inteiro sob a seguinte pergunta: O que você faria por amor?

Já vimos que o símbolo de amor de Dior foi realmente eternizar o espírito da feminilidade à frente do seu tempo e seguir de forma rigorosa e alegre através de seus desfiles a liberação do que seria sua mulher ideal... espalhando assim suas formas, seus volumes e suas numerações precisas e acertivas.

Foto: Revista Elle

Natalie Portman na campanha do novo Miss Dior

Sob as flores do Jardim Dior , Natalie posa para a nova fragrância assinada pela diretora criativa italiana Maria Grazia Chiuri


 
 
 

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